quarta-feira, 25 de maio de 2016

Capítulo 25 - Estava bom, mas nem sempre tudo é bom pro resto da vida.

LEIAM O RECADINHO DO FINAL

Manu: Não, não vai subir não - foi o que veio na cabeça de imediato, paciência.
Júnior: Tá me expulsando? - o porteiro abriu o portão e ele começou a descer a rampa.
Manu: Só acho que não tem necessidade alguma de você subir - ele foi pra vaga de visitante e começou a estacionar.
Júnior: Tem e muita, Manu. A gente precisa conversar... se você quiser eu vou embora assim que terminar o que preciso falar - não respondi mais nada. Ele desligou o carro, desci com a minha bolsa, abri a porta de trás e peguei minha malinha, ele travou o carro e fomos pro elevador. A vontade que eu estou de abraçá-lo ninguém tem noção. Mas não posso, meu orgulho é mil vezes maior. O elevador chegou, entramos e subimos em silêncio até o décimo andar. Descemos, abri a porta e não tinha ninguém na sala. Fui entrando e ouvi ele fechando-a, olhei na cozinha e também nada. Subi e olhei no quarto da Bia, é, ela deve estar na casa do Gil porque também não tinha ninguém ali. Fui pro meu quarto e joguei tudo em um canto e sentei na cama, o Júnior entrou logo atrás e fechou a porta.
Manu: Pra que você tá fechando aí?
Júnior: Se alguém chegar sabe que tem gente - apenas assenti e ele sentou-se ao meu lado.
Manu: Fala logo o que precisa falar.
Júnior: É sobre o que saiu no site da Ego - respirei fundo - eu quero esclarecer.
Manu: Olha Neymar, não precisa esclarecer nada. Afinal nós não temos nada e você não me deve satisfação da sua vida - falei em disparado e ele olhou pra baixo.
Júnior: Nós temos sim, ou melhor, tínhamos né? - meu coração disparou ao ouvir isso e meus olhos se encheram de lágrimas, mas segurei-as - eu pedi mais uma chance, você me deu. Nós estávamos ficando, estava dando certo, não estava? - assenti - e aí parece que quando tudo tá certo, alguma coisa dá errado - aquelas palavras partiram o meu coração em mil pedaços e eu não consegui mais segurar minhas lágrimas. Elas rolaram e eu deixei, precisava tirar de dentro de mim. Apenas olhei pro lado e esperei ele continuar - pelo amor de Deus, não chora. Eu não quero saber que o motivo desse seu choro sou eu, eu não posso saber isso. Eu só preciso que você me entenda e mais nada, a gente não pode mais ficar - ele falou com dificuldade e eu o olhei, ele estava com os olhos rasos, mas, diferente de mim, não deixou que elas saíssem dali.
Manu: Eu entendo. Você tem a sua vida, suas prioridades. Estava bom, mas nem sempre tudo é bom pro resto da vida - comecei a chorar de soluçar e ele me abraçou. Eu deixei, afinal eu estava precisando desse abraço desde terça-feira. Como o toque dele me acalma, seu cheiro me embriaga e me faz perder as direções. Fechei meus olhos e fiquei ali naqueles braços, só sentindo aquele calor maravilhoso que só ele tem e deixando seu ombro todo molhado com minhas lágrimas. Nos separamos e eu olhei no fundo dos seus olhos. Me assustei quando vi seu rosto todo molhado - Júnior, você... você tá chorando? 
Júnior: Manu, eu preciso falar - levou as suas mãos ao seu próprio rosto, o tampando, e eu só ouvia seus soluços de choro. Tentei me acalmar pra poder acalmar ele também, mas foi em vão.
Manu: Fala, Júnior. Fala e não chora, por favor - acariciei suas mãos e ele tirou-as de seu rosto. Seus olhos estavam inchados e muito vermelhos.
Júnior: Eu não consigo - olhou pra cima e respirou fundo, como se quisesse se acalmar.
Manu: O que aconteceu? Fala logo, meu Deus - o olhei atenta.
Júnior: Manu, eu, é... eu tô namorando... e é com a Bruna... a Marquezine - falou todo pausado, com dificuldade, e a cada letra que saía de sua boca era um soco bem dado em meu coração. Eu o olhei espantada, por essa eu não esperava! Desandei a chorar e não conseguia parar.
Manu: Por que você fez isso comigo??? - falava com dificuldade e ele chorava junto comigo - não chora, não seja falso a esse ponto. Júnior, eu achei que podia confiar em você! Mas você traiu a minha confiança duas vezes e tudo isso com a mesma pessoa - me levantei chorando e fiquei andando de um lado pra outro. Ele permaneceu chorando na cama - eu não tô acreditando! Namorando?? Significa que já tem isso faz tempo, esse lance de vocês - me joguei no chão e abaixei minha cabeça apoiando-as em meus joelhos - você me fez de boba esse tempo todo e eu acreditando em tudo - o olhei e ele estava de cabeça baixa chorando em silêncio - você me fez te amar, Júnior! Você me fez te amar - dei ênfase e ele me olhou muito rapidamente. Merda, o que eu falei?
Júnior: Você o que? - balancei negativamente minha cabeça - repete, você me ama Manu?
Manu: Isso é sentimento e sentimento uma hora passa. Agora por favor, vai embora! - levantei, fui até a porta e abri a mesma. Ficamos nos olhando e ele ainda chorava, mas com um leve sorriso de expressão - por favor, eu tô pedindo pra ir embora - ele levantou e, ao passar por mim, fechei meus olhos e respirei fundo. Abri novamente e ele estava parado na minha frente. Colocou sua mão no meu pescoço, enrolando seus dedos no meu cabelo, e eu fechei novamente meus olhos. Aquele toque me acalma e sempre acalmará.
Júnior: Fica bem, por mim! - roubou um selinho pouco demorado e eu permaneci de olhos fechados. Sua mão saiu do meu pescoço e abri meus olhos quando ouvi seus passos na escada. Olhei ele descer pela porta do quarto e quando ele sumiu de vista escutei a porta sendo fechada. Desci, tranquei-a e subi novamente. Me joguei na cama e chorei até pegar no sono. 
Acordei com meu celular tocando, abri os olhos e já estava escuro. Quando olhei pra tela do celular a minha cabeça doeu muito. Era o Lucas me ligando, olhei a hora rápido antes de atender e já eram 18h33. Atendi rapidinho.

Ligação on

Manu: Alô?
XXX: Estava dormindo - não era a voz do Lucas.
Manu: Sim. Quem é? - fiquei preocupada.
XXX: Como assim não sabe quem é? - riu.
Manu: Não sei! 
XXX: Faz assim, se arruma que 20h30 eu e seu irmão estamos passando aí pra te buscar. Vamos pra Dom Room!
Manu: Ah não, não quero. Sem ânimo pra nada hoje!
XXX: Eu vou te animar, relaxa - gargalhou e aí sim eu reconheci.
Manu: Picooooonnnn, mano! Por que não falou que era você?
Léo: Bonito né, reconhece só agora que eu ri, ridícula! - ri muito com essa frase dele.
Manu: Só tu pra me fazer rir agora. Mas então tá na baixada?
Léo: Falei que ia te animar, pô. Tô né, Manuela!!! Vai se arrumar, daqui 2h estamos aí. Beijos, até já já.

Ligação off

Não pude nem falar nada, ele desligou na minha cara. Levantei devagar e desci pra tomar remédio. Passei direto pra cozinha, mas ouvi a televisão ligada. Tomei meu remédio e fui lá, encontrando meu casal assistindo filme.
Manu: Olá meus amores! - me olharam e a Bia pausou o filme.
Bia: Mano, tá tudo bem? Cheguei e você estava dormindo aí não quis te acordar, aí agora você aparece com essa cara toda inchada - passei a mão pelos meus olhos e fui até eles.
Manu: Não, não está tudo bem - sentei.
Gil: O que aconteceu baixinha? - contei tudo pra eles, desde o momento que ele ficaria pra reunião da Claro, e óbvio que chorei de novo - não acredito, mano. Tem coisa errada aí, sério. Júnior tá jogado em você, até comemoração de gol teve - sorri ao lembrar.
Bia: Bom, não importa. Não quero esse clima em casa, então partiu nos arrumar pra Dom Room e sair dessa fossa que você tá passando - sorri.
Manu: O Picon ligou agora e disse que vai passar aqui com o Lucas, então vamos com eles - concordaram e eu subi pra me arrumar. Tomei um banho muito demorado, lavei a cabeça, deixei cair muita água no meu corpo, e quando saí já fui secar meu cabelo e começar a maquiagem que seria mais pra disfarçar a cara inchada de sofrimento hahaha vamos pra noite e acabar com esse clima, porque eu posso (...)
Cheguei Dom Room, isso aqui tá o fervo e esse DJ de hoje é top demais. O Lucas trouxe um amigo dele, chama Daniel, bem gatinho hahaha. Os meninos pediram pra eu tirar foto deles e quando eu estava tirando, senti um perfume que será sempre reconhecido. Parou pra cumprimentar os meninos e quando viria me cumprimentar, a Rafa me puxou me livrando dessa. Agradeci e ela riu, boba! Fui cumprimentar as meninas que vieram com ela que era a Ziza, a Raíssa, a Thai e a Vic Lopes que conheci ali na hora. Fiquei dançando as eletrônicas que o DJ tocava ali mesmo com elas, com meu irmão e com o amigo gato dele, vulgo Daniel, e decidimos tirar foto. A Raíssa disse que ia postar, então fui olhar e já vi a dos meninos também.
@leopicon: Que noite é essa einnn baixada santista @gilcebola @jotace520

@manuela: A fotógrafa é a mais gata de Santos hahahahaha

@rawillmersdorf: E que comece nossa noite! #DomRoombomba @rafaella @manuela @biasousa @luquinhas @danielsfc

@manuela: Só gato, que que isso einnnnn... play na night!!!

A Beatriz já grudou no boy dela e eu fiquei lá dançando com as meninas. Era cada eletrônica foda que aquele DJ tocava que meu Deussss... meu irmão me chamou de canto ali e eu fui dançando, o que fez ele rir.
Lucas: Você é idiota ou o que? - rimos.
Manu: Você me tirou da dança pra me xingar? - dei um tapa leve na cabeça dele e ri.
Lucas: Não, idiota. Chamei pra falar uma coisa - revirei os olhos e ele riu - quero perguntar se tem como você fazer um esquema assim, sabe, com a Rafinha e tal - eu gargalhei e ele ficou com vergonha.
Manu: Só se tu me ajeitar esse seu amigo aí, bem gatinho por sinal - olhei pra ele que estava em um canto meio afastado.
Lucas: Manuela, eu sou seu irmão e tu vai falar de macho pra mim? - eu ri - mas tá, eu posso falar pra ele ir te conhecer porque você até que é gente boa - dei dedo e ele me abraçou - mas calma... e o Juninho? - olhou pra trás de mim, devia estar olhando pro Neymar.
Manu: Tá em algum canto desse camarote curtindo com os amigos, por que? 
Lucas: Não se faça. Estão afastados por que? - meu coração apertou.
Manu: Não estamos mais ficando - ele fez uma cara de quem quer uma explicação - ele... é, ele tá namorando - ele arregalou os olhos e eu engoli seco. Meus olhos se encheram, mas não sou mulher pra chorar em balada.
Lucas: Depois você me explica direito, aqui não é lugar pra isso - assenti e sorri leve - agora vai lá falar com a Rafinha - riu e eu pisquei. Saí e voltei pra perto das meninas. E se eu falar pra vocês que depois das palavras trocadas com o Lucas, meu ânimo que já tinha pouco foi completamente embora? Pois é. Então cheguei ali e só fiz puxar a Rafaela.
Rafa: Aconteceu alguma coisa, Manu? - falou meio preocupada e olhou na direção do Júnior.
Manu: Não, não. É que eu estava aqui pensando e tentando ver uns casais - ela já começou a rir - aí cheguei a uma conclusão assim, o que você acha do meu irmão? - ela gargalhou e eu a acompanhei.
Rafa: Você quer ser minha cunhada de qualquer jeito né? - meu coração apertou novamente e eu sorri pra ela não perceber - sinceramente sempre achei seu irmão um gato, mas não rola.
Manu: Por que você acha que não rola? Não tá afim? 
Rafa: É só por ele nunca ter demonstrado interesse, então acho que não rola mesmo - riu e eu ri como se estivesse aprontando.
Manu: Tá, vai dançar. Tchau - ela riu sem entender nada e eu saí. O Lucas estava parado ao lado do Daniel, eu sorri e fiz um joinha com o polegar. Ele riu e eu fui até um sofázinho que tinha por ali. Não deu nem 2 minutos que eu estava ali e o Gui já sentou ao meu lado.
Gui: Quer beber? - esticou o copo.
Manu: Tem o que aí? - olhei dentro e peguei.
Gui: Energético com vodka, tá fraquinho - dei um gole e não estava fraquinho hahaha.
Manu: Onde isso tá fraco, Guilherme? - rimos.
Gui: É que tu não está acostumada.
Manu: Vou acostumar, você vai ver. Isso aí é bom, cura os problemas - pisquei e ele entendeu, porque sorriu fraco. Devolvi o copo pra ele e ele já deu um gole.
Gui: Tá mal né? - assenti - mano, não fica assim não loirinha. Acredita em mim que isso tá errado.
Manu: Como que tá errado? Pra mim tá tudo muito claro, Gui! É desde a vez que ele pegou ela enquanto eu fui no banheiro - falei tomando uma facada no peito, juro.
Gui: Você sabe que ninguém do bonde gosta dela, nojentinha demais pro nosso gosto. Se ele aparecer com ela, vou correndo pra sua casa - o Gu chegou e sentou do meu outro lado.
Gu: Que animação é essa de vocês aqui? - olhamos pra ele e rimos.
Gui: Tô batendo um papo aqui com a Manu, falei que se a nojenta chegar na baixada eu vou correndo pra casa dela - o Gustavo riu e eu sorri.
Manu: Vocês são demais, juro. Me fazem um bem enorme e agradeço por ter conhecido todos - sim, todos porque ele também me faz muito bem.. ou fazia, não sei - e minha casa está de portas abertas sempre!
Gu: Vamos lá dançar, baixinha - abraçou meu pescoço.
Manu: Já já eu vou, juro - sorri, ele beijou minha cabeça e voltou pra perto dos meninos. Olhei em volta e o Lucas estava no maior papo com a Rafa.
Gui: Eu vou lá, mas se eu perceber que você está mal aí eu juro que venho aqui e te arrasto pelos cabelos até a pista, ein? - rimos e eu dei língua.
Manu: Vou ficar bem, fica de boa. Já já eu tô lá arrasando - me gabei e vi que o Gu estava conversando com o Júnior, que olhava pra mim. O Gui me deu um beijo também na cabeça e saiu. Fiquei acompanhando-o com o olhar e quando ele chegou na rodinha, o Júnior começou a vir em minha direção. Meu coração acelerou e eu fiquei sem reação. Senti alguém sentando ao meu lado, olhei e era o Daniel. Olhei rápido pro Júnior e ele tinha parado no meio do caminho e nos olhava com uma expressão estranha, muito indecifrável. Desviei o olhar e sorri pro Daniel.
Daniel: Tá quietinha aí, é? 
Manu: Eu tô, cansei de dançar - rimos.
Daniel: Mas tu nem dançou, poxa. Deu nem tempo - riu.
Manu: Calma aí, você estava me observando? - gargalhei.
Daniel: Ah, talvez... quem sabe, né? - sorriu envergonhado e eu ri mais - estava esperando aqueles meninos saírem pra eu vir aqui, ouvi dizer que você é legal - eu ri.
Manu: Eles são demais, você precisa conhecer - ficamos conversando por uns minutinhos e ele é realmente muito gato e muito gente boa, mas não me interessou - vamos lá, vou te apresentar pra eles - fomos andando e chegamos na rodinha. Todos olharam pra mim, inclusive ele - meninos, esse aqui é o Daniel. Ele é amigo do Lucas e é muito gente boa. Olha - virei pro Daniel - Esse aqui é o Gil, namorado da grudenta da Beatriz - ela me deu um tapa e riu - esse é o Gustavo, esse o Cris, esse é o Jota, esse o Guilherme que é irmão do Cris e, bom, esse você já deve conhecer - falei quando chegou no Júnior. Todos cumprimentaram ele muito de boa, rindo e zoando, mas o Júnior fez questão de apenas estender a mão, de cara fechada mesmo. Revirei os olhos, puxei a Bia e fui em direção as meninas. A Rafa e o Lucas continuavam no mesmo canto e sim, estavam se beijando. Eu e a Beatriz rimos entre nós mesmas e chegamos nas meninas. Ficamos dançando, conversando e o Picon passou ali, segurando no meu braço - que susto seu ridículo - rimos.
Léo: Vamos ali no bar comigo? 
Manu: Não acredito que tu me deu esse susto pra me chamar pra ir no bar, Leonardo - ele riu e eu acabei rindo junto.
Léo: Vai logo, mano. É aqui do lado - apontou com a cabeça. Fomos andando e eu abracei ele pela cintura. Passamos pelos meninos e o Júnior me fuzilou com os olhos. Nem ligo, bebê.. não sou eu que tô namorando hahahaha. Passamos na portinha do camarote e viramos pra direita, onde era o bar. O Picon escolheu um treco lá de morango com vodka e eu quis também. Esperamos o cara fazer e ele entregou. O copo era enorme, sei nem se bebo metade disso aqui hahaha. Íamos voltando quando o Picon me parou - ou, e você com o Juninho? Estão como?
Manu: Eu? Juninho? Tô livre, leve e solta Piconzito - rimos.
Léo: Sério?
Manu: Seríssimo - eu não terminei nem de falar e ele me agarrou. Sim, ele me agarrou!!! Mas como eu não sou de ferro correspondi totalmente e quando o ar começou a faltar, ele mordeu meu lábio inferior dando fim ao beijo, que por sinal era muito bom - o que foi isso, ein? - ri.
Léo: Sério, desculpa, mas eu precisava fazer isso.
Manu: Foi bom, relaxa - gargalhamos e voltamos bebendo pro camarote, dessa vez mais animadinhos do que quando fomos. O Júnior olhou-nos novamente, só pra não perder o costume, mas eu fingi que nem vi. Começou uma sessão sertanejo e eu fiquei dançando com as meninas. Já estava bem animada por causa da bebida e isso só me fazia rir.
Raíssa: Bota o copo pro alto, vamos beber - levantamos as mãos com os copos.
Manu: Nós vamos curtir a vida, vamos beber.
Rafa: Eu tô cheio de dinheiro, vamos bebeeeeeerr...
Todas: ie ie ie ieeeee - gritamos e parecia que tudo que eu tinha ficado mal já tinha passado. Fiquei dançando e bebendo com as meninas e quando começou os funks eu quis descer pra pista, chamei elas e nenhuma quis. Na verdade a Bia até quis, mas o Gil ficou bravinho e ela preferiu ficar. Fui na rodinha dos meninos já que era a única solução e eles estavam conversando.
Manu: Cheguei queridos - falei um pouco mais alto e bebi mais um pouco do drink, que por sinal já estava com menos da metade.
Gil: Sabe que a gente nem percebeu? - riu e eu dei língua.
Lucas: Você não acha que já tá bom de beber? Você não tá acostumada, Manuela - revirei os olhos.
Manu: Não enche, Lucas. Beber é bom pra esquecer os problemas - olhei pro Júnior, dei uma piscadinha e ele balançou a cabeça negativamente - vim chamar alguém pra descer pra pista comigo já que minhas amigas não querem curtir os funks.
Júnior: Você pode curtir ali quietinha com elas e não ir pra bagunça da pista.
Manu: E você pode ficar quietinho e ir cuidar da sua namorada - mandei beijos e ele fechou a cara - já que vocês não se manifestam, vou ter que escolher um - olhei pra todos e puxei o Picon. Na mesma hora o Júnior saiu e foi pra grade. Mandei beijos pra eles e fui puxando-o pelo braço.
Léo: Minha bebida já acabou e eu tô de boa, você tá na metade e já tá loucona - gargalhou.
Manu: Eu tô feliiiiiiiizzzzzz - gritei e nós rimos. Chegamos na pista e ficamos dançando demais, ele é uma pessoa que anima qualquer lugar que passa. Queria beijar ele de novo, óbvio, então olhei pros lugares e vi o Júnior com o olhar bem atento a nós. Ri e puxei o Picon pra onde saía da visão do camarote. Fiquei dançando por ali e ele foi levar meu copo pro bar, pois tinha acabado. Quando ele voltou, nos beijamos mais 1, 2, 3, 4... muitas vezes! Cansamos e voltamos pro camarote já se passava das 3h da manhã. O pessoal resolveu ir embora e estavam falando que iríamos pro Acapulco, na casa do Júnior, com exceção da Ziza, Thai, Raíssa e Daniel - eu vou junto com as meninas.
Rafa: Não, você vai pro Guarujá.
Manu: Não vou ficar na mesma casa que esse menino - apontei pro Júnior e ele riu irônico.
Rafa: Você não vai nem perceber que ele está lá - me abraçou e foi andando em direção ao carro do Gil.
Manu: Eu já sei que ele vai tá lá.
Lucas: Manuela, cala a boca e entra no carro. Obrigado! - abriu a porta de trás e me empurrou pra lá. Fiquei brava o caminho todo, só ouvindo o que a Bia, o Gil, a Rafa e o Lucas conversavam. Chegamos no Acapulco rápido e o Gil estacionou na frente da casa da Rafa. Descemos e logo o carro do Júnior com os meninos chegou também. Entrei e subi direto pro quarto da Rafa, me jogando na cama. Ela entrou e me obrigou a tomar um banho então fui direto pro chuveiro, joguei uma água fria no corpo, saí e me sequei, peguei um pijama da Rafaela, me troquei e desci pois queriam assistir filme e eu também topei. Não estava bêbada, mas estava agitada e por conta disso não queria dormir. Fiquei na sala conversando com o Jota e com o Gu enquanto o resto do pessoal estava se trocando, logo o Picon desceu e sentou ao meu lado no sofá, deitei minha cabeça nele e ele começou a acariciar meu cabelo. Dormi e nem vi o pessoal chegar lá embaixo.










Mais um capítulo pra vocês e nesse #Maju, #Maney ou sei lá o que vocês querem chamar hahaha tem muito o que acontecer ainda. Tenho 8 capítulos prontos e estou demorando pra postar porque quero comentários... mesmo às vezes com nenhum comentário ou só com 1 eu posto pra não ficar devendo, mas agora não vou postar mesmo!! Sei que os 8 capítulos estão aqui prontinhos, só depende de vocês agora hahaha.. beijos e até o próximo!

5 comentários:

  1. Não faz isso, posta mais logo, tava com saudades ja

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    1. Só dependo dos comentários, amor! Obrigada por deixar o seu!!!

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  2. Respostas
    1. Só vou esperar comentários, amor! Obrigada pelo seu!!!

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  3. Continuaaaaaaaaa 😍😍😍😍😍😍

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